Esses nossos desencontros andam me causando agonia, e tudo o que acabo pensando são aviões. Aviões sem destino, viagens e aventuras em qualquer lugar que eu não conheça. Em algum lugar em que eu talvez possa te encontrar, em algum lugar onde as coisas possam ser diferentes. Onde não haja indiferença, só o calor da sua voz. Onde eu possa adormecer em teus braços e me sentir tranquila e segura. Onde possa ser apenas eu e você. Nós.
Mas não acredito que exista algum lugar assim para nós, ainda. E mesmo assim me vejo tentada à embarcar em algum avião qualquer e procurar. Procurar por qualquer pista de que tudo isso não é em vão. Uma pista que me faça acreditar, recuperar a fé em nós dois que ando perdendo. Algo em que eu possa depositar toda a minha esperança, sabendo que ela não se quebrará. Alguma história que me faça acreditar que o amor realmente existe, e que está por aí. Por aqui. Que o que sinto pode ser real, verdadeiro, e que possa durar por toda uma vida. A minha.
Se todos esses anos não tivessem passado, se eles não tivessem existido, seria tão mais fácil de me provar o contrário. Mas agora estou tentada à acreditar, a sentir, a querer provar o gosto de algo tão real, tão único. E você é o culpado de tudo isso. Não por me despertar tal sentimento, mas por me fazer querer acreditar e ir além. Quebrar todas as barreiras, atravessar todos os oceanos. Viajar entre mundos, se fosse possível. Ir até o infinito.
Não sei exatamente como, mas sei que tudo mudou no momento em que o vi apagar aquela linha que eu acreditava nos separar. E à partir daquele momento eu nunca mais fui a mesma.
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Uma última vez
Esquece os últimos meses. Esquece o nosso passado. Apenas diga que sim e entre nesse carro. Embarque nesse viagem. Quero fugir daqui com você, por pelo menos uma última noite. Não precisamos admitir nossos erros, nem falar dos nossos acertos. Finge que a gente vai começar do zero, mas se lembre, como eu, que também terminamos tudo nessa noite. É a última vez.
Então fecha os olhos, mas não imagine um futuro. Aproveite comigo esse presente. Deixa eu te mostrar, pela última vez, as constelações que conheço. Te contar das coisas que gosto. E, se dessa vez você também não quiser dizer ou contar nada, tudo bem. Vou entender o seu silêncio, sem tentar preenchê-lo desesperadamente, e tentarei apreciá-lo. Mas vem.
É a última vez que te peço algo, não me deixa na mão. Deixa eu fazer essa noite contigo tudo aquilo que sonhei pra nós dois. Deixa eu realizar meus sonhos ao seu lado, mesmo que eles durem apenas uma noite. Deixa eu fingir que essa noite não vai ter fim, e, quando o sol nascer, assisti-lo em seus braços. Apenas mais uma vez. Vem?
Então fecha os olhos, mas não imagine um futuro. Aproveite comigo esse presente. Deixa eu te mostrar, pela última vez, as constelações que conheço. Te contar das coisas que gosto. E, se dessa vez você também não quiser dizer ou contar nada, tudo bem. Vou entender o seu silêncio, sem tentar preenchê-lo desesperadamente, e tentarei apreciá-lo. Mas vem.
É a última vez que te peço algo, não me deixa na mão. Deixa eu fazer essa noite contigo tudo aquilo que sonhei pra nós dois. Deixa eu realizar meus sonhos ao seu lado, mesmo que eles durem apenas uma noite. Deixa eu fingir que essa noite não vai ter fim, e, quando o sol nascer, assisti-lo em seus braços. Apenas mais uma vez. Vem?
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Cicatrizes
Hoje passei pelo lugar que costumava ser o nosso cantinho. Reparei que lá agora há algumas mini árvores, que há novas pichações, há mais cor. Parece tanto tempo, anos atrás, que acontecemos. Mas na verdade foram só alguns meses atrás, e mesmo assim nossas memórias estão distantes. E nós estamos tão perto. E não nos pertencemos mais.
Sempre imagino se você agora leva outras garotas para lá, ou se aquele lugar agora é imaculado. Se você passa por ali vez ou outra para cortar caminho para ir pra casa, e esbarra com as nossas memórias. Se lembra, se sente falta. Se pensa como estaríamos hoje em dia, caso tivéssemos durado. Como seríamos.
Confesso que evito pensar em tudo isso, evito lembrar daqueles momentos. Não para evitar que a dor apareça, pois essa nunca existiu, mas sim para que a nostalgia não me encontre. Sabe, sempre fui uma pessoa muito nostálgica.
Tento não te encontrar por aí. Não sei como agir perto de você, ainda mais com todo esse clima estranho que ficou entre nós dois. Talvez, um dia, quando tudo isso passar, possamos ser amigos. Ou talvez não, talvez é melhor que mantenhamos essa distância. Vai ver ela é a única coisa que nos prende. Juntos ou separados, não importa. A vida seguiu e seguimos com ela. Voltamos para o nossos cantos, nossas vidas, nossas coisas.
Fomos como uma colisão de dois carros em alta velocidade. Rápido e trágico. Mas, talvez, com certa beleza. A foto tirada no momento exato. E depois, no momento seguinte, tudo já tinha passado e acontecido. Não existia mais. Deixando ferimentos e fraturas, que com o tempo sararam. Só restando as cicatrizes.
Sempre imagino se você agora leva outras garotas para lá, ou se aquele lugar agora é imaculado. Se você passa por ali vez ou outra para cortar caminho para ir pra casa, e esbarra com as nossas memórias. Se lembra, se sente falta. Se pensa como estaríamos hoje em dia, caso tivéssemos durado. Como seríamos.
Confesso que evito pensar em tudo isso, evito lembrar daqueles momentos. Não para evitar que a dor apareça, pois essa nunca existiu, mas sim para que a nostalgia não me encontre. Sabe, sempre fui uma pessoa muito nostálgica.
Tento não te encontrar por aí. Não sei como agir perto de você, ainda mais com todo esse clima estranho que ficou entre nós dois. Talvez, um dia, quando tudo isso passar, possamos ser amigos. Ou talvez não, talvez é melhor que mantenhamos essa distância. Vai ver ela é a única coisa que nos prende. Juntos ou separados, não importa. A vida seguiu e seguimos com ela. Voltamos para o nossos cantos, nossas vidas, nossas coisas.
Fomos como uma colisão de dois carros em alta velocidade. Rápido e trágico. Mas, talvez, com certa beleza. A foto tirada no momento exato. E depois, no momento seguinte, tudo já tinha passado e acontecido. Não existia mais. Deixando ferimentos e fraturas, que com o tempo sararam. Só restando as cicatrizes.
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Não era você
Faz tanto tempo e eu ainda me lembro daqueles dias, anos atrás. Daquela necessidade de ter o seu corpo junto ao meu, de segurar a sua a mão, de te ter o mais perto possível. E quando chegava a noite, poder dormir do seu lado, a sua mão junto da minha. E pensar que eu relutei tanto, e não queria você. Mas você me fez mudar de ideia em apenas uma noite, e depois disso eu me apaixonei.
Ainda me lembro daquele dia na praia, sentados perto do farol assistindo o sol se pôr. E aquelas músicas que gravaram a nossa viagem ainda me fazem relembrá-la cada vez que as escuto. Tudo aquilo acabou marcando, mesmo sem querer, mesmo não durando tanto. Pude terminar e começar um ano ao seu lado, de um jeito especial no meio de toda aquela confusão que havia naquele momento.
Era incrível como o meu corpo ficava fraco quando você estava por perto. E toda aquela necessidade, eu nunca tinha sentido coisa parecida antes. Tinha aquele gostinho de proibido, de perigoso, de aventura. De quero mais, e de não poder ter a todo momento. Éramos 'nós' escondidos, pelos cantos, no escuro. E nossos nós não eram mais do que laços simples, que fazíamos e desfazíamos a todo momento. Mas não éramos totalmente um segredo. Éramos apenas uma aventura efêmera.
Acredito que cada paixão que a gente sente e vive é especial. São únicas. E apesar de toda a beleza daquela paixão fugaz e daqueles momentos, não era você. Não foi você quem eu amei, não era você o tal. Mas não vou dizer que foi mais um. O que eu vivi ali, com você, foi único. Porém eu ainda tenho muita estrada pela frente.
Ainda me lembro daquele dia na praia, sentados perto do farol assistindo o sol se pôr. E aquelas músicas que gravaram a nossa viagem ainda me fazem relembrá-la cada vez que as escuto. Tudo aquilo acabou marcando, mesmo sem querer, mesmo não durando tanto. Pude terminar e começar um ano ao seu lado, de um jeito especial no meio de toda aquela confusão que havia naquele momento.
Era incrível como o meu corpo ficava fraco quando você estava por perto. E toda aquela necessidade, eu nunca tinha sentido coisa parecida antes. Tinha aquele gostinho de proibido, de perigoso, de aventura. De quero mais, e de não poder ter a todo momento. Éramos 'nós' escondidos, pelos cantos, no escuro. E nossos nós não eram mais do que laços simples, que fazíamos e desfazíamos a todo momento. Mas não éramos totalmente um segredo. Éramos apenas uma aventura efêmera.
Acredito que cada paixão que a gente sente e vive é especial. São únicas. E apesar de toda a beleza daquela paixão fugaz e daqueles momentos, não era você. Não foi você quem eu amei, não era você o tal. Mas não vou dizer que foi mais um. O que eu vivi ali, com você, foi único. Porém eu ainda tenho muita estrada pela frente.
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Estrelas e pessoas.
A vida na terra não é assim tão diferente da vida lá fora, no universo. Quando uma estrela morre, ela continua brilhando por milhões (e as vezes bilhões) de anos. Porém, efetivamente, aos poucos seu brilho vai diminuindo com o passar de tantos (milhares) de anos. Mas continua existindo. Não é tão difícil encontrar exemplo semelhante bem aqui, na terra.
De um modo mais metafórico, é a mesma coisa quando perdemos algum parente, amigo, em geral alguma pessoa especial. O brilho dessa pessoa na vida de quem a perdeu continua existindo, mesmo ela não estando mais lá. As memórias continuam no coração das pessoas. E a dor também. Mas com o passar do tempo, pelo menos por alguma parte de tempo, tudo isso diminui. A dor não dói tanto, as memórias não são mais tão frequentemente relembradas. E o brilho que existiu, quando ela estava viva, continua lá, não importa o quê. Pois, como as estrelas no universo, essas pessoas existiram. E por mais que não existam mais, o brilho delas continua emitindo luz, por vários e vários anos. Não podemos nunca apagar a existência desses seres (humanos ou astrofísicos).
Perder algo nunca é fácil. Seja um objeto muito estimado, um animal de estimação, uma pessoa querida. Nunca é fácil lidar com perdas tão especiais. E há sempre maneiras novas que inventamos para podermos ultrapassar essas fases tão ruins das nossas vidas. É inevitável. A morte pertence à vida do mesmo jeito que a vida pertence à vida. O eterno ciclo.
Enxergando as coisas desse jeito, fica fácil de entender o porquê de quando algumas pessoas morrem, dizem que elas viram estrelas no céu. Pois não importa o motivo, o brilho delas sempre existirá.
De um modo mais metafórico, é a mesma coisa quando perdemos algum parente, amigo, em geral alguma pessoa especial. O brilho dessa pessoa na vida de quem a perdeu continua existindo, mesmo ela não estando mais lá. As memórias continuam no coração das pessoas. E a dor também. Mas com o passar do tempo, pelo menos por alguma parte de tempo, tudo isso diminui. A dor não dói tanto, as memórias não são mais tão frequentemente relembradas. E o brilho que existiu, quando ela estava viva, continua lá, não importa o quê. Pois, como as estrelas no universo, essas pessoas existiram. E por mais que não existam mais, o brilho delas continua emitindo luz, por vários e vários anos. Não podemos nunca apagar a existência desses seres (humanos ou astrofísicos).
Perder algo nunca é fácil. Seja um objeto muito estimado, um animal de estimação, uma pessoa querida. Nunca é fácil lidar com perdas tão especiais. E há sempre maneiras novas que inventamos para podermos ultrapassar essas fases tão ruins das nossas vidas. É inevitável. A morte pertence à vida do mesmo jeito que a vida pertence à vida. O eterno ciclo.
Enxergando as coisas desse jeito, fica fácil de entender o porquê de quando algumas pessoas morrem, dizem que elas viram estrelas no céu. Pois não importa o motivo, o brilho delas sempre existirá.
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Sobre o nosso fim
Eu não posso te culpar. Te pedi pra tomar uma decisão e você tomou. A que eu queria, mas não a que eu esperava. Porque, por mais que quisesse que você me deixasse em paz, no fundo, no fundo, eu não queria. No fundo eu ainda te queria (e quero). Só não gosto de forma alguma de admitir isso. Nem pra mim mesma. Finjo não saber o que sinto, e, quem sabe, logo o sentimento passa. Mas não é assim, e nem foi assim. Meses se passaram e eu ainda estou aqui, por mais que goste de negar.
E agora é você quem vai embora. De toda às vezes que fui e voltei, mesmo não admitindo que voltava. De toda às vezes que você ia, e sempre voltava. Mas dessa vez eu sei que você não vai voltar. Que, depois de tanto tempo, você vai desistir de vez. Afinal, não foi o que eu pedi?
Sei que errei contigo, com a gente, e feio. Mesmo você também não sendo nenhum santo. E sinto que há qualquer coisa com 'desculpa' precisando ser dito. Principalmente por aquele dia. Odeio ser arrogante, e acabei sendo. E talvez até um pouco estúpida. Foi o meu jeito de me fazer forte perto de ti, de não demonstrar o quanto que eu queria que você me pegasse pela mão e me tirasse dali. De não mostrar o quanto eu me perco quando eu olho em teus olhos.
Eu queria tanto que a gente tivesse dado certo, mesmo findando essa relação desde o começo. Juro que queria. E tudo de negativo que dizia era apenas medo. Até agora ainda sinto medo, de admitir o que sinto, de você realmente ir embora e não voltar mais. De você desistir, finalmente, de mim.
E tenho que dizer, não é tão fácil assim ser tão sincera quanto à isso. Por tanto tempo lutei contra, até em dizer e admitir para mim mesma. E agora que o fim chama, resolvi me deixar ir. Mas provavelmente já é tarde demais. Mais uma vez acabo no lado errado, no negativo, devendo pro coração. E eu que quis sair de tudo isso pra não doer. Mas tô aqui, morrendo em agonia cada vez que você não me olha. Cada vez que eu te vejo. Cada vez que eu lembro dos nossos momentos.
Agora luto com a vontade de pegar o telefone e te ligar, de pedir pra te ver. Não sei o que você diria, se dissesse algo. Não sei como reagiria caso você atendesse, se teria coragem de falar. Queria impedir que tudo isso se acabasse, mesmo tendo acabado há algum tempo atrás. Mas agora, a decisão que parece mais certa para se tomar é deixar ir. Eu, você, o que tínhamos. Mesmo agonizando cada vez que te vejo, e insistindo em negar toda a falta que você me faz.
E agora é você quem vai embora. De toda às vezes que fui e voltei, mesmo não admitindo que voltava. De toda às vezes que você ia, e sempre voltava. Mas dessa vez eu sei que você não vai voltar. Que, depois de tanto tempo, você vai desistir de vez. Afinal, não foi o que eu pedi?
Sei que errei contigo, com a gente, e feio. Mesmo você também não sendo nenhum santo. E sinto que há qualquer coisa com 'desculpa' precisando ser dito. Principalmente por aquele dia. Odeio ser arrogante, e acabei sendo. E talvez até um pouco estúpida. Foi o meu jeito de me fazer forte perto de ti, de não demonstrar o quanto que eu queria que você me pegasse pela mão e me tirasse dali. De não mostrar o quanto eu me perco quando eu olho em teus olhos.
Eu queria tanto que a gente tivesse dado certo, mesmo findando essa relação desde o começo. Juro que queria. E tudo de negativo que dizia era apenas medo. Até agora ainda sinto medo, de admitir o que sinto, de você realmente ir embora e não voltar mais. De você desistir, finalmente, de mim.
E tenho que dizer, não é tão fácil assim ser tão sincera quanto à isso. Por tanto tempo lutei contra, até em dizer e admitir para mim mesma. E agora que o fim chama, resolvi me deixar ir. Mas provavelmente já é tarde demais. Mais uma vez acabo no lado errado, no negativo, devendo pro coração. E eu que quis sair de tudo isso pra não doer. Mas tô aqui, morrendo em agonia cada vez que você não me olha. Cada vez que eu te vejo. Cada vez que eu lembro dos nossos momentos.
Agora luto com a vontade de pegar o telefone e te ligar, de pedir pra te ver. Não sei o que você diria, se dissesse algo. Não sei como reagiria caso você atendesse, se teria coragem de falar. Queria impedir que tudo isso se acabasse, mesmo tendo acabado há algum tempo atrás. Mas agora, a decisão que parece mais certa para se tomar é deixar ir. Eu, você, o que tínhamos. Mesmo agonizando cada vez que te vejo, e insistindo em negar toda a falta que você me faz.
terça-feira, 9 de julho de 2013
O dia que você que voltou
O dia que você voltou, você me surpreendeu por completo. Justo quando eu pensava que tudo havia se perdido por completo, e para todo o sempre. Você abriu a porta, e eu assustei ao te ver passar por ela. Era você. Com malas e coração aberto. Você estava de volta, e sentia saudades.
Daquela data eu não esqueço jamais. Sorria sem motivo e pro vento. Minha felicidade estava de volta, e vinha de mão dada contigo. Você, que sempre me deu uma felicidade que eu nunca consegui explicar. Apenas sei que vem de dentro, como todo esse amor que cresce sem destino.
E já não preciso mais desejar ou sentir falta daquele tempo em que te tinha ao meu lado. Você está aqui. Aqui e agora. Nossos tempos estão de volta, mesmo não sendo os velhos tempos. Mas tudo está igual, mesmo estando diferente. Mais maduro, mais perto, mais. Te abraço e espero que o dia não acabe, que o nosso tempo não se acabe mais. Torço para que dessa vez você fique, e que nunca olhe para trás.
Daquela data eu não esqueço jamais. Sorria sem motivo e pro vento. Minha felicidade estava de volta, e vinha de mão dada contigo. Você, que sempre me deu uma felicidade que eu nunca consegui explicar. Apenas sei que vem de dentro, como todo esse amor que cresce sem destino.
E já não preciso mais desejar ou sentir falta daquele tempo em que te tinha ao meu lado. Você está aqui. Aqui e agora. Nossos tempos estão de volta, mesmo não sendo os velhos tempos. Mas tudo está igual, mesmo estando diferente. Mais maduro, mais perto, mais. Te abraço e espero que o dia não acabe, que o nosso tempo não se acabe mais. Torço para que dessa vez você fique, e que nunca olhe para trás.
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