Mostrando postagens com marcador saudade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador saudade. Mostrar todas as postagens
sábado, 17 de setembro de 2011
Amigos...
(...) Percebi então que, não só sentia falta do passado, dos momentos, mas também de meus velhos amigos. Aqueles amigos mesmo, que fizeram parte desse passado, e que estiveram nesses momentos. Amigo que, mesmo alguns não sendo aqueles amigos em que você conta tudo da sua vida, você sabe que pode contar. Eles vão estar ali, assim como aqueles mais íntimos. Amigos de anos... amigos especiais. Amigos que mesmo distantes, significam muito, e que agora me trazem saudade.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
5 horas da manhã. O único barulho que ouço, é o dá água molhando o verde do parquinho lá fora. Todas as luzes estão apagadas, e observo atentamente algum sinal de vida humana à essa hora. A calmaria tenta, mas não invade o meu peito. Ele ainda continua triste, desesperado. Ainda busca um sinal teu, enquanto toco aquela música que julgo sua. “Sinto a sua falta”, ele grita. Mas quem deveria escutar, talvez seja a ultima que consiga. Ou queira. Já não sei mais, já não sei como as coisas estão. Faz tanto tempo… tanto tempo que ouvi você dizer que precisava de mim. Faz tanto tempo que ouvi você dizendo “se cuida”. Faz tanto tempo que você disse que estaria ali, mesmo longe. E agora ficou um pouco difícil acreditar nisso. Na verdade, tudo ficou difícil. Só porque você não está mais aqui, consegue entender? Você faz toda a falta possível, e mais um pouco. Mais do que consigo dizer, ou escrever, ou mostrar… mas você não pode ver. Essa necessidade de você, me corroe por dentro. De te ter, de falar com você novamente, de saber que eu posso contar com você. A vontade de cuidar de você, também me abala, pois sei que não posso. Não estou perto, não tenho mais vestígios da sua presença, de você. Me falta tudo e mais um pouco. Falta você. E a unica coisa que você deixou, ao partir, foram os históricos, que já não tenho coragem de ler, com medo de sentir mais ainda a sua falta. Também já não vejo filmes românticos, exatamente pelo mesmo motivo. Você foi embora, e levou a minha estrutura, e o que eu tenho aqui, não é o necessário para me reconstruir. Não deveria dizer ou escrever isso, mas eu preciso que você volte. E que traga a minha estrutura de volta, o meu coração, e principalmente você. Então, por favor… não demora pra voltar, porque apesar de toda raiva que você possa fazer eu sentir um dia, eu sempre vou te perdoar. Só porque o amor é maior que qualquer coisa ,ele só não é maior que você, e toda essa sua falta.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
A dor que a saudade causa.
Secava às lágrimas com cuidado, pois a maquiagem do dia anterior ainda estava em seu rosto. Chorava vez em quando, sem pudor algum. Precisava aliviar o aperto do peito, precisava sentir um pouco daquela dor, daquela saudade, saindo de seu corpo. Já não aguentava mais, não conseguia mais ser forte. Não por hoje. Um sonho havia a derrubado, um sonho em que ele estivera sei lá por quê. Parecia que estava tudo certo, o seu dia iria dar todo errado. Não levantou com o pé esquerdo, teve a precaução de pisar primeiro com o pé direito, mas parece que nem isso a salvaria.
Nesses últimos tempos ela estava conseguindo ser forte, estava conseguindo seguir em frente, por mais que às vezes dava um ou dois passos para trás. Mas estava indo, estava quase conseguindo se sentir verdadeiramente feliz. Quase. Ainda não havia conseguido se convencer totalmente. Doía, sempre doeu, lá no fundo, e às vezes ela conseguia sentir aquela dor, por mais que houvesse à aprisionado em um cofre de aço em seu peito. E talvez fosse isso que mais pesasse dentro dela. Mas ela estava conseguindo conter a dor, e toda essa saudade que sentira todo esse tempo. Saudade que ela não queria sentir, queria simplesmente esquecer, seria bem mais fácil, e não haveria dor.
Ela precisava seguir em frente, já havia se convencido disso. Ela se forçava a seguir em frente, por mais que ainda doesse sorrir. Às vezes conseguia se sentir bem verdadeiramente, mas nas vezes que fingia, doía ser feliz. Ela queria ir em frente, mas hoje ela se deixaria sofrer. Só por hoje. Daria cinco, ou talvez mais, passos para trás, e depois continuaria seu caminho, como se nada tivesse acontecido.
Ary Leal
Nesses últimos tempos ela estava conseguindo ser forte, estava conseguindo seguir em frente, por mais que às vezes dava um ou dois passos para trás. Mas estava indo, estava quase conseguindo se sentir verdadeiramente feliz. Quase. Ainda não havia conseguido se convencer totalmente. Doía, sempre doeu, lá no fundo, e às vezes ela conseguia sentir aquela dor, por mais que houvesse à aprisionado em um cofre de aço em seu peito. E talvez fosse isso que mais pesasse dentro dela. Mas ela estava conseguindo conter a dor, e toda essa saudade que sentira todo esse tempo. Saudade que ela não queria sentir, queria simplesmente esquecer, seria bem mais fácil, e não haveria dor.
Ela precisava seguir em frente, já havia se convencido disso. Ela se forçava a seguir em frente, por mais que ainda doesse sorrir. Às vezes conseguia se sentir bem verdadeiramente, mas nas vezes que fingia, doía ser feliz. Ela queria ir em frente, mas hoje ela se deixaria sofrer. Só por hoje. Daria cinco, ou talvez mais, passos para trás, e depois continuaria seu caminho, como se nada tivesse acontecido.
Ary Leal
Assinar:
Postagens (Atom)